Entre a farsa e a humanidade de Robin Williams

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O suicídio de Robin Williams surpreende. Quem pensaria que o rosto sorridente escondia tamanha tristeza. Tantos filmes repletos de inspiração, mas que agora carregam um final trágico.

Seria justo lembrar de Robin como mais um farsante de Hollywood, vivendo da imagem e vendendo o sonho da felicidade e do sucesso? Creio que não. Se olharmos novamente, provavelmente veremos apenas um palhaço triste, escondido por trás da maquiagem, tentando superar a si mesmo e agarrando-se a qualquer fagulha de prazer e de inspiração.

Nosso desejo de coerência é incapaz de entender e aceitar a contradição de Robin Williams. Este mesmo desejo nos impede de enxergar a própria natureza ambígua. Impede de aceitarmos a dualidade contida nos entes queridos e assim amá-los incondicionalmente.

Robin Williams caminhou entre a farsa de Hollywood e nos chocou com sua humanidade.

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Daniel R. Bastreghi

O que nos move? Como fazer valer nossos esforços? Como aproveitar o tempo que nos é dado? Na esperança de um dia encontrar respostas convincentes para essas perguntas, eu, Daniel, passeio pelo mundo do marketing, empreendedorismo, psicologia, autoconhecimento e filosofia. Compartilhe suas percepções e ajude a construir o conhecimento.

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Sobre mim

Sou consultor na área de Marketing e Tecnologia, o que vem sendo chamado de Martech. Comecei minha carreira como programador, me formei em Marketing, pós-graduei em Planejamento Estratégico e Gestão de Projetos. Adoro filosofia e psicologia. Meu trabalho é mesclar todos esses conhecimentos num planejamento estratégico de marketing adequado ao contexto de cada cliente.

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