O ponto fraco do Inbound Marketing

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Recentemente, perguntei a uma pessoa se ela conhecia Inbound marketing. “Você diz aqueles formulários que depois ficam mandando um monte de e-mails chatos?”, ela retrucou ironicamente. Tive de concordar de certa forma. Inbound Marketing da maneira como tem sido implementado por muitas empresas é exatamente isso: um formulário que envia uma série de e-mails chatos.

O modelo Inbound funciona. Sou testemunha disso. Tenho clientes e parceiros que colhem excelentes resultados dessa prática. Eles preocupam-se verdadeiramente com a produção de conteúdo relevante e útil aos clientes, não somente com a captura de leads. Há capricho e investimento em todos os elementos do Inbound: landing pages atraentes e explicativas, formulários compactos com apenas os dados mais relevantes, conteúdo rico revisado e bonito, e-mails de nutrição igualmente relevantes com espaços de tempo bem dimensionados, etc.

Bons profissionais de marketing preocupam-se com toda a experiência do cliente. Zelam para que todas as interações com a marca, físicas ou virtuais, sejam positivas. Afinal, marketing é entender para atender, lembra? Com essa premissa, fica claro que o problema não está no modelo Inbound, mas sim na visão míope de quem quer leads sem oferecer nada em troca. Inbound Marketing deve ser entendido como o início de uma relação ganha-ganha.

Sobre o autor

Daniel R. Bastreghi

O que nos move? Como fazer valer nossos esforços? Como aproveitar o tempo que nos é dado? Na esperança de um dia encontrar respostas convincentes para essas perguntas, eu, Daniel, passeio pelo mundo do marketing, empreendedorismo, psicologia, autoconhecimento e filosofia. Compartilhe suas percepções e ajude a construir o conhecimento.

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